NATAL DOS SONHOS 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011





CNDL prevê a criação de 160 mil empregos temporários para o Natal 2011

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) prevê a criação de 160 mil empregos temporários para o Natal deste ano, estimativa que reflete o otimismo do varejo para as vendas de fim de ano. O número corresponde a uma alta de 10%nas contratações de temporários sobre 2010, quando o comércio gerou 144 mil postos de trabalho, e de 28% sobre 2009, com 125 mil contratações.
Mesmo a já percebida acomodação da economia e a ainda persistente alta nos preços dos produtos e serviços não diminui a expectativa de boas vendas o período de maior movimento do comércio nacional.
Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a projeção é positiva justamente se levada em consideração o cenário atual de desaceleração da demanda doméstica. “Teremos um Natal bom, com crescimento entre 6% e 7% nas vendas sobre 2010, e isso é absolutamente espetacular, porque estaremos crescendo sobre uma base altíssima de vendas”, disse.
Para todo o ano de 2011, a CNDL espera alta de 6% nas vendas do varejo.
A Região que mais vai apresentar alta nas contratações de temporários neste ano será a Nordeste, levando-se em consideração a proporção de empresas pelo número de consumidores existentes. Já a região Sudeste, como de costume, deve liderar as contratações de temporários em números absolutos, por concentrar o maior número de empresas e de consumidores.
Índice de retenção
A má notícia fica por conta do aproveitamento dos bons trabalhadores para o início do ano que vem, já que a queda na atividade econômica deve impactar com mais força as decisões de investimento dos empresários do varejo.
Segundo previsão da CNDL apenas 5% dos temporários contratados serão mantidos no emprego no início do próximo ano, um índice de retenção três vezes menor do que o do registrado na passagem de 2010 para 2011, quando 15% dos trabalhadores de temporada foram efetivados no cargo.



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IPVA de carro usado cairá até 10% em 2012


Os donos de carros usados pagarão menos IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para licenciar seus veículos no próximo ano.
A redução nominal no valor do imposto será de até 10% para a maioria dos veículos de passeio -em termos reais, ou seja, descontada a inflação, a queda será maior (ver texto ao lado).
Entretanto, ela não deve ser motivo de comemoração pelos contribuintes. É que, como o tributo é cobrado sobre o valor dos veículos no mercado, o patrimônio das pessoas está valendo menos.
Em termos financeiros, seria mais vantajoso pagar mais sobre um bem que também valesse mais.
Segundo pesquisa de preços no mercado de veículos usados feita pela agência AutoInforme/Molicar, todos os veículos fabricados de 2006 em diante terão queda no valor do imposto.
As quedas são maiores quanto mais novos forem os carros. Assim, os veículos fabricados em 2010 terão quedas nominais entre 5% e 10% (ver quadro à direita).
A pesquisa AutoInforme/Molicar não abrange os veículos novos vendidos neste ano. Nesse caso, a desvalorização tende a ser mais acentuada, uma vez que é comum os veículos terem maior perda de valor exatamente no primeiro ano de uso.
A partir do segundo ano de uso os veículos continuam sendo depreciados, mas em percentual menor. Para os fabricados em 2006 a pesquisa constatou quedas entre 0,6% e 5,6% -a exceção foram os da marca Citroën, que caíram 9,8%, em média.

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Cacau produzido em Uruçuca ganha prêmio no salão do chocolate de Paris


Por conta da técnica inovadora da fabricação das amêndoas recentemente o produtor recebeu o prêmio ‘Cacau de Excelência’, durante o salão internacional de chocolate de Paris na ‘categoria Frutas Secas – América do Sul’. O sabor da amêndoa teria sido o principal critério de escolha. Em 2010 o produtor havia sido premiado na categoria ‘Cacau Chocolate’.

 Uma boa notícia para a cacauicultura baiana. Durante o último salão do chocolate de Paris, um produtor de Uruçuca, no interior do estado, ganhou o prêmio internacional Cacau de Excelência.

 
‘É muito importante para a região porque abre uma perspectiva. Hoje ninguém mais pode dizer que o cacau brasileiro não é mais um bom cacau. Antes o Brasil não havia sido reconhecido com um cacau de qualidade, e hoje em dia, isso é fato. Alguns chocolateiros do mercado nacional já despertaram para essa qualidade”, explica o produtor João Tavares.
 
O processo
Em 1999 o produtor rural João Tavares plantou cacau clonado na fazenda dele, que fica na zona rural de Uruçuca. “Na verdade esse trabalho foi voltado para a tolerância à vassoura de bruxa. Quando nós iniciamos, nós não vislumbramos a qualidade do material genético, mas ao longo do tempo se verificou que esse material possui características únicas, tendo sido muito apreciado lá fora. Então temos um fruto onde ele tem uma polpa doce com notas de flores e frutas e isso é uma característica genética muito importante”, explica o cacauicultor.
 
O produtor decidiu agregar valor ao produto, adotando um sistema de beneficiamento das amêndoas do cacau que ele mesmo criou. O processo começa ainda durante a colheita. Somente os frutos sadios são selecionados. Depois, o processo de fermentação é feito em cochos cilíndricos diferentes dos tradicionais, que são quadrados e mais fundos. Isso permite, entre outras coisas, menor variação de temperatura.
 
Já a secagem é feita primeiro sobre uma tela. Após três dias o processo é finalizado em uma barcaça convencional forrada de madeira. Por fim, os grãos seguem para um processo de maturação. “A partir daí elas vão para uma outra fazenda onde elas são limpas, ensacadas, sofre um processo de maturação de três a quatro meses e a partir daí eu faço uma avaliação. A amêndoa que consegue se desenvolver com toda sua potencialidade aromática, aí então ela vai ser comercializada. “, explica o produtor.
 
O beneficiamento tem ajudado o produtor a manter o cultivo. A produção é vendida para o mercado nacional e exportada para quatro países da Europa, todos, fabricantes de chocolates finos.fonte G1

Banda larga vai ficar mais rápida para o consumidor na Bahia



Hoje quem precisa contratar o serviço de internet banda larga no país tem que assinar um contrato em que a empresa se compromete a oferecer apenas 10% da velocidade contratada. Esse cenário mudou com a regulamentação lançada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na semana passada. Dentre as mudanças, as companhias terão que oferecer, no mínimo, 60% da velocidade média mensal contratada. Em 2013, este índice passará para 70% e alcançará os 80% em 2014.
Como esta mudança irá requerer um alto investimento das empresas em infraestrutura e tecnologia, a Anatel deu um prazo de um ano para elas se adequarem. Sendo assim, as mudanças entrarão em vigor a partir de novembro de 2012 para todas as empresas que atendem mais de 50 mil assinantes. Na Bahia, Embratel, GVT, Net e Oi terão de cumprir as medidas.
Instantânea
Outra meta da Anatel estabelece um percentual para a velocidade instantânea, ou seja, aquela que o usuário obtém no momento em que mede o serviço. Neste caso, a velocidade da conexão não pode ser menor do que 20% do que foi contratado em 95% de todas as medições feitas durante um mês de uso. Esse percentual também aumentará, passando para 30% (2013) e 40% (2014).

Protesto de moradores bloqueia as pistas da BA-262 em Anagé



Moradores do município do Anagé, no sudoeste da Bahia, bloqueiam os dois sentidos da BA-262 na manhã desta segunda-feira (7), trecho que liga a cidade de Vitória da Conquista a Brumado e que é passagem para quem viaja destino a Barreiras, na região oeste, e para Brasília.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, as pessoas estão desde 5h reunidas no local e só autorizam passagem de ambulâncias, o que causa grande congestionamento. O motivo do protesto ainda não foi revelado. A concentração do protesto está a dois quilômetros da entrada da cidade. (Fotos: Giovani Rocha /Portal Anagé)

Analistas reduzem projeção de crescimento da economia este ano para 3,20%



Brasília - Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) voltaram a reduzir a projeção para ocrescimento da economia este ano. A quinta queda consecutiva levou a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de bens e serviços produzidos no país, de 3,29% para 3,20%. Para 2012, a projeção de crescimento foi mantida em 3,5%.
A expectativa para o crescimento da produção industrial este ano caiu de 2% para 1,83%, este ano, e permanece em 4,08%, em 2012.
A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) segue em US$ 27 bilhões, este ano, e passou de US$ 18,80 bilhões para US$ 18,90 bilhões, em 2012.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) a estimativa passou de US$ 55,10 bilhões para US$ 55 bilhões, em 2011, e permanece em US$ 68,86 bilhões, no próximo ano.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) segue em US$ 60 bilhões, este ano, e passou de US$ 52 bilhões para US$ 53 bilhões, em 2012.

A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB caiu de 38,85% para 38,70%, este ano, e segue em 38%, em 2012.

10% dos professores no país fazem 'bico'



Por volta de 266 mil professores da educação básica do país possuem uma segunda ocupação fora do ensino, um "bico", aponta estudo apresentado no mês passado pelos pesquisadores da USP Thiago Alves e José Marcelino de Rezende Pinto.
A informação é da reportagem de Fábio Takahashi e Elton Bezerra publicada na edição desta segunda-feira da Folha
Os professores com segunda ocupação representam 10,5% do magistério nacional, índice bem acima do da população brasileira (3,5% têm outro trabalho). O estudo usa a Pnad-IBGE e o Censo Escolar-MEC, ambos de 2009, e abrange as redes privada e pública.
Alguns dos mais frequentes "bicos" dos docentes são os de vendedores em lojas e os de funcionários em serviços de embelezamento.
Para os autores do estudo, a maior incidência do "bico" entre os professores está relacionada aos baixos salários.
Tanto o Ministério da Educação quanto os secretários estaduais admitem que os salários dos professores estão longe do ideal. Afirmam, porém, que têm melhorado.

Grécia enfrenta semana decisiva


A Grécia enfrentará uma semana decisiva na definição de seu futuro na Zona do Euro. Com alta instabilidade política, o país precisa decidir se aceita ou não as condições impostas pela União Europeia para receber um pacote bilionário de ajuda financeira que a impeça de quebrar.
Enfraquecido e sem o apoio da oposição, o primeiro-ministro George Papandreou aceitou deixar o comando do país se e quando um governo de coalizão fosse montado. Após reunir-se com seus ministros, Papandreou pediu ao presidente grego, Karolos Papoulias, que organizasse um encontro entre ele e o líder da oposição, o conservador Antonis Samaras. A expectativa era de que os dois acertem os detalhes da formação de um novo governo, que contaria com o apoio da oposição.
Líder do partido Nova Democracia, Samaras foi o principal pivô na iminente queda de Papandreou. Na sexta-feira, o primeiro-ministro conquistou, de forma bastante apertada, um voto de confiança do parlamento. No sábado, Papandreou tentou formar um governo de coalizão e esperava o apoio da oposição, o que não ocorreu. Durante todo o sábado e o domingo, Samaras reafirmou que seu partido aceitaria unir forças com os socialistas para aprovar o pacote de medidas austeras exigidas pela União Europeia afim de dar continuidade aos repasses financeiros que estão impedindo à Grécia de declarar insolvência. Mas desde que Papandreou deixasse o poder.
O primeiro-ministro aceitou a condição, mas apenas se um governo de coalização fosse formado. As duas principais forçar políticas discutem como montar esse governo. O partido de papandreou quer que um governo transitório seja montado e que novas eleições só sejam convocadas no ano que vem. Os conservadores exigiam que novas eleições fossem realizadas antes do final do ano.
O impasse deixou a União Europeia apreensiva sobre os efeitos que ele pode causar nos mercados nessa segunda-feira. De acordo com o comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, a Grécia precisa definir quem governará o país de maneira convincente nas próximas horas para que a confiança seja restaurada. De acordo com ele, o status grego de membro da Zona do Euro está em jogo.

Pensão alimentícia após os 18 exige prova de necessidade


A necessidade de sustento da prole por meio da pensão alimentícia se encerra com a maioridade (18 anos), exigindo a partir daí que o próprio alimentando comprove sua necessidade de continuar recebendo alimentos. Esse foi o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar recurso que tratou de exoneração alimentícia.
Os ministros da Terceira Turma decidiram exonerar um pai do pagamento de pensão por concluírem que a filha não havia comprovado a necessidade de continuar recebendo pensão após ter completado 18 anos. Ela justificava que queria prestar concurso vestibular.
No Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, os desembargadores afirmaram que “a regra de experiência comum” induz que o fato de a menina não provar matrícula em curso universitário ou pré-vestibular não lhe retira a condição de estudante, pois nem sempre a aprovação para curso superior é imediata e o preparo para o vestibular não ocorre apenas em cursinhos especializados.
Para a relatora do caso no STJ, ministra Nancy Andrighi, “a conclusão construída a partir da chamada regra de experiência deve ter curso cauteloso, a fim de não gerar injustiças ao se abstrair do provado para se aplicar o que foi inferido”.
A ministra Nancy Andrighi afirmou que há entendimento na Corte de que, “prosseguindo o filho nos estudos após a maioridade, é de se presumir a continuidade de sua necessidade em receber alimentos” e que essa situação “desonera o alimentando de produzir provas, ante a presunção da necessidade do estudante de curso universitário ou técnico”.
No entanto, a ministra destacou que “a continuidade dos alimentos após a maioridade, ausente a continuidade dos estudos, somente subsistirá caso haja prova, por parte do filho, da necessidade de continuar a receber alimentos”. Por não ter comprovado a necessidade de pensão após a maioridade, a alimentanda deve deixar de receber alimentos. A decisão do colegiado foi unânime.

Promoção Natal dos Sonhos 2011 já é suceso de adesão

sábado, 5 de novembro de 2011


A campanha de fim de ano da CDL: "Natal dos Sonhos 2011" vem a cada dia atraindo mais lojistas, transformado esta promoção em um grande sucesso na região. A campanha este ano terá um prazo maior, devendo encerrar no dia 13 de janerio de 2012, data do sorteio final.
Neste natal além dos prêmios tradicionias, a CDL inova com a realização de um Concurso Cultural nas escolas do município de Gandu, visando divulgar, incentivar e premiar os estudantes que fizerem uma frase criativa sobre o tema da campanha. As três melhores frases serão premiadas com: 1º lugar 01 Tablet, 2º Câmera Digital e 0 º lugar 01 Pen Drive. Segundo o presidente da CDL o sr. Herbet Castro relatou: "é mais uma estratégia de envolver e os alunos e os familiares nesta importante promoção para uma maior visibilidade da campanha na cidade e região" disse.
Os lojistas que ainda não fizeram sua adesão estão perdendo a oportunidade de valorizar seu clientes com uma grande  oportunidade de faturar grandes prêmios confira:
01- Renault Sandero
02- Um Moto CG Fan
03- Uma TV LCD 42"
04-Um netbook p/ os vendedores das lojas participantes

Concuros Cultural - Frase da Campanha:
01- Um Tablet
02- Um Câmera Digital
03- Um Pendrive.

Maiores informações ligue: (73)3254-1793/3254-1625 no site: www.cdlgandu.com.br

Luiza Trajano “transforma” faxineiras em assessoras de marketing

Na tentativa de entender melhor as aspirações da chamada nova classe C, a empresária Luiza Trajano, fundadora e presidente da rede Magazine Luiza, transformou temporariamente três faxineiras do grupo em “assessoras de marketing”, como contou durante evento da revista britânica “ The Economist”, nesta sexta-feira em São Paulo.
“Mandei as três viajarem a Porto Seguro pela primeira vez de avião”, conta, lembrando que milhões de brasileiros que nunca usaram transporte aéreo devem ter a mesma experiência no próximo ano. “Viagem gera consumo – é um presentinho de lembrança para amiga, um tênis novo, uma roupa nova”, disse a empresária.
Foto: AE Ampliar
A empresária Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza
Trajano disse ter ficado surpresa com o resultado. “Tem coisas que elas nem sonhavam que podem ter [no avião]. Por exemplo, não sabiam que a mala não ia junto [com o passageiro]”, disse. “Elas também disseram que tinham que revezar a janelinha, porque as três queriam ir."
Além das curiosidades, a empresária extraiu percepções importantes para o negócio. “Uma coisa que ficou clara é que elas contam tudo para as amigas. Por isso as redes sociais têm crescido tanto”, disse Trajano, que recentemente decidiu apostar na venda direta através dos sites Facebook e Orkut.
Possível ministra
Convidada pela presidenta Dilma Rousseff para assumir o Ministério da Micro e Pequena Empresa, ainda a ser criado, a empresária também abordou o tema no evento da “The Economist”. Apesar de dizer que não tomou uma decisão e que evita falar sobre o assunto, ela deu a entender que focaria o trabalho no microcrédito e na formalização desse tipo de negócio, caso aceitasse a proposta.
“Sou apaixonada por micro e pequenas empresas, são elas que seguram o emprego no país”, disse. “Faço trabalhos para ajudar pedreiros e eletricistas a se formalizarem, porque isso é fundamental. O Brasil não pode ter uma lei geral que ignore as pequenas empresas, ou seja, elas não podem responder [a exigências de formalização e tributárias] da mesma forma que uma grande empresa”, afirmou.
Perguntada sobre quando daria uma resposta, a empresária tergiversou. “Se for pro bem do Brasil e pro bem da minha empresa [ou seja, se for possível ela deixar a presidência da rede sem prejuízo ao negócio], vai acontecer alguma coisa”, afirmou. “Deixa [o Governo] criar o ministério primeiro, tem gente que acha que tem muito ministério, pode ser até que nem seja criado”, disse.

Caixa tem o maior departamento jurídico do País

A Caixa Econômica Federal (CEF) é a empresa que tem é maior departamento jurídico do País, segundo dados da revista “Análise – Executivos Jurídicos e Financeiros”. De acordo com a publicação, o banco estatal conta com 3.193 funcionários, dos quais 907 deles são advogados, 1.481 são estagiários e 805 estão no setor administrativo.
O segundo colocado é o Itaúsa, do grupo Itaú, com 480 advogados seguido pela empresa de telefonia GVT, com 445 profissionais formados da área do direito. No quarto posto figura o Banco Bradesco com 359 advogados (e 177 estagiários) seguido pelo Banco do Nordeste com 228 profissionais do direito (mais 61 estagiários).
O perfil das empresas pesquisadas pela “Análise – Executivos Jurídicos e Financeiros” levou em consideração a receita líquida de cada uma delas. Foram entrevistadas cerca de 1,5 mil companhias com sedes em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal que atuam em quatro diferentes setores da economia.
O levantamento de dados dos executivos jurídicos e financeiros das maiores empresas brasileiras foi realizado entre 8 de fevereiro a 30 de abril de 2011.
Ações
Ainda que tenha o mais numeroso departamento jurídico do País, uma curiosidade é que em setembro deste ano, a CEF anunciou a desistência de mais de 95% de processos em que era parte no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os principais critérios para a Caixa desistir da maioria das causas foram o pequeno valor de algumas delas e a não insistência em ações com jurisprudência já pacificadas na Corte. Desde junho, apenas um recurso da Caixa chegou ao STF.
Quando o acordo entre o banco e o Supremo foi firmado, a CEF era apontada como o segundo maior litigante da Justiça brasileira, figurando em 8,5% de todos os processos que tramitam no país, segundo levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atrás apenas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

JAC Motors confirma instalação de fábrica na Bahia

 
O governador Jaques Wagner disse ontem 3\10, ao participar da posse de Eva Chiavon no Ministério do Planejamento, que a fábrica chinesa JAC Motors decidiu instalar-se, impreterivelmente, na Bahia. O anúncio oficial, segundo Wagner, está previsto para o dia 16 de novembro. A previsão da JAC é produzir pelo menos 100 mil carros por ano nesta fábrica.
Após a declaração, o governador reuniu-se com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, para tratar de eventuais incentivos que facilitem a instalação da montadora chinesa. A empresa havia desistido de instalar-se em Camaçari, em setembro, quando o governo federal aumentou a alíquota de IPI para veículos importados. No início do mês passado, as negociações avançaram.
A JAC Motors pretende investir US$ 600 milhões. A venda de veículos novos caiu 7,4% em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado.

Estimativa CDL é que 60% do 13º salário vai para pagamento de dívidas

 
Com o 13º Salário, segundo coloca o presidente da Federação das CDLs, José Alberto Vieira de Aguiar, "estima-se que a maior parcela seja direcionada a dívidas pendentes (60%), mas outros 30% do valor vão para presentes de Natal e consumo de bens duráveis, e 10% para contas de início de ano, como IPTU, IPVA, etc., e para a poupança, que ainda é a menor parte no planejamento da grande maioria das famílias". Os dados são da CDL Cuiabá, com base em anos anteriores. Os números do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) de outubro deste ano mostram que as inclusões tiveram uma alta de 7,20%, em comparação com setembro deste ano. E superaram igual mês de 2010 em 41,81%. As exclusões tiveram queda de 3,33% em relação a setembro, e de 2.94% comparado ao ano passado. "Estes números refletem dívidas adquiridas em meses anteriores e que as CDLs e CNDL já vinham alertando aos empresários, visando à concessão de crédito segura, já que estamos em tempo de juros elevados.
Mas já a partir deste novembro deve se acirrar o pagamento de dívidas pendentes", acredita Paulo Gasparoto, presidente da CDL Cuiabá. A avaliação do dirigente lojista igualmente parte de índices do SPC. As exclusões de inadimplentes registrados cresceram entre dezembro-novembro de 2010, pontuando 13,66%. De novembro em relação a outubro, também do mesmo ano, o número de pessoas tirando o nome do SPC pontuou 5,62% a mais. Para este ano aguarda-se novamente um resultado positivo neste sentido, ainda que, pelo já observado, o movimento maior está tendendo para os últimos dois meses do ano. Na loja América Jeans, o aumento na busca por renegociação ou pagamento direto das dívidas chega a 10% no último bimestre do ano, comparando-se com os outros 10 meses. "Os clientes inadimplentes entram em contato com o nosso setor financeiro e a dívida é renegociada: o cliente paga uma entrada e tem a possibilidade de parcelar o restante em até 8 vezes", explica a gerente financeira Edna Takasumi.
Para instigar a as quitações a empresa lança campanhas de "juros zero". Para este ano a procura continuará no mesmo patamar dos demais anos, acredita a gerente. Injeção - Neste final de ano deve circular na economia mato-grossense R$ 1,5 bilhão, dos quais mais de um terço virá de Cuiabá e Várzea Grande. O montante será proveniente do pagamento das folhas salariais nos últimos meses de 2011 e do 13°. Os números são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio/MT). Segundo os dados da Entidade, o valor supera em 25% a projeção feita para o final de 2010, quando a estimativa era de R$ 1,2 bilhão. O levantamento aponta ainda que R$ 750 milhões serão pagos pela administração pública e outros R$ 800 milhões pela Iniciativa Pprivada. Nacional - Até dezembro, o pagamento do 13º salário vai colocar em circulação R$ 118 bilhões na economia brasileira. O valor equivale a 2,9% do produto interno bruto (PIB) do país e considera os trabalhadores do mercado formal, inclusive os empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social, aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados.
Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e mostram ainda que os beneficiados serão em média 78 milhões de brasileiros. Do total de beneficiários aproximadamente 29,7 milhões, 38,1% do total, são aposentados ou pensionistas da Previdência Social. Os empregados formais (48,3 milhões de pessoas) representam 61,9% do total. Cerca de 5,4% a mais de pessoas devem receber o décimo terceiro, frente ao número observado em 2010. Estima-se que quatro milhões de pessoas passarão a receber o benefício. Por região o montante em circulação ficará da seguinte maneira: no Sudeste, a parcela deve representar 51,3%; outros 15,4% do montante a ser pago devem ficar no Sul do país; ao Nordeste serão destinados 15,19%. Para as regiões Centro-Oeste e Norte, serão destinados 8,6% e 4,6%, respectivamente. O maior valor médio para o 13º (considerando todas as categorias de beneficiados) deve ser pago em Brasília, R$ 3.193, e o menor, no Maranhão, R$ 974.

Sem provas de embriaguez, empresa tem dever de indenizar condutor segurado

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A 2ª Câmara de Direito Público do TJ manteve sentença da comarca de Joinville, que condenou Mapfre Vera Cruz Seguradora S.A. ao pagamento de indenização por danos materiais no valor de R$ 24.551, a José Eduardo Reinert, em razão de perda total de seu veículo. Em recurso ao TJ, a empresa sustentou – entre outras alegações – que o condutor conduzia o veículo embriagado.
“A embriaguez do condutor do veículo segurado, por si só, não é causa excludente da obrigação de ressarcir assumida pela seguradora, mesmo havendo cláusula expressa em sentido contrário, pois o beneficiário objetiva, com o pagamento regular do prêmio, desfrutar sem preocupação do bem segurado, salvo se o estado etílico é preordenado (voluntário) e com o escopo de provocar acidente de trânsito ou qualquer outro incidente causador de dano”, anotou o desembargador Joel Dias Figueira, relator da matéria.
Ele acrescentou que os médicos, no caso concreto, não deixaram claro se ocorreu ou não a embriaguez apontada pela Mapfre. A decisão foi unânime. (Ap. Cív. n. 2010.078733-0)

Consumo no Natal deve crescer entre 5% e 7%, afirmam confederações

 
SÃO PAULO - O consumo neste Natal deve crescer de 5% a 7%, estimam entidades ligadas ao comércio. Além disso, o comportamento do consumidor também deve mudar, por conta da inflação e da acomodação da renda e do emprego.
De acordo com o economista da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), Bruno Fernandes, a projeção é de que, neste Natal, as vendas cresçam de 5% a 6%. "Um aumento positivo, embora seja inferior ao registrado entre 2009 e 2010, que foi de 10,9%", explica.
Já para o presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), Roque Pellizzaro Junior, a expectativa é de que as vendas cresçam de 6% a 7%. "Um bom resultado, mas menor que os 11% registrados entre 2009 e 2011. A previsão é de que haja uma desaceleração", afirma.
Crescimento menos expressivo
De acordo com Fernandes, o mercado de trabalho e a renda do brasileiro tiveram acomodação, por isso a desaceleração nas vendas deste ano. Além disso, a oferta de crédito não tem acompanhado o crescimento da demanda. "A inflação também influencia, pois faz com que o custo de vida aumente e a disposição para compra diminua", explica.
Segundo Pellizzaro, a base comparativa deste ano é diferente, por isso a diferença na expectativa, além da inflação, que também deve ter reflexo. "O processo inflacionário comprometeu a renda do consumidor", completa.
Por outro lado, ele afirma que as classes D e E devem consumir mais. "Devemos ter uma ascensão maior das classes D e E do que no ano passado, quando elas não tinham as mesmas condições de compra", explica.
Produtos
Para o presidente da CNDL, os móveis e eletroeletrônicos devem ter menor procura neste ano, sendo estimado um crescimento menos intenso que a média do comércio em geral. Já os produtos de menor valor agregado devem ser os mais procurados. "Vestuários e calçados devem ter um crescimento maior que 7%, pois a tendência é de que o consumidor perca o interesse em comprar eletroeletrônicos mais caros, pois eles já os possuem e são produtos que duram mais", comenta.
Por outro lado, o economista da CNC acredita que, neste ano, os eletroeletrônicos devem ser os principais produtos consumidos neste ano. "Celulares também devem continuar na preferência do consumidor, tendo neste ano a presença também dos tablets", explica.
Outro destaque do Natal, segundo Junior, devem ser os itens de perfumaria e cosméticos. "A procura por esses itens tem crescido no Brasil, tanto que devemos trabalhar com uma estimativa acima dos 6%", acrescenta.

COMÉRCIO PODE FUNCIONAR NOS FERIADOS DE 02 E 15 DE NOVEMBRO DE 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011


De acordo com a  CLAUSULA 8ª PARAGRAFO SÉTIMO DA CONVENCAO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012, firmada entre o SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMERCIO DO ESTADO DA BAHIA (SINDILOJAS/BA) e o SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DA CIDADE DO SALVADOR, o comércio pode funcionar normalmente nos dias 02 (Quarta- feira) e 15 (Terça-feira) de novembro e o comerciário que trabalhar nesse dia tem direito a uma bonificação de R$ 27,00(vinte e sete reais) mais vale transporte e auxilio alimentação se a jornada de trabalho for superior a 06.00hs e folga compensatória até o dia 30 de novembro.
Nos municípios onde não tem Sindicato do Comercio  Varejista organizado, o comercio pode funcionar nesse dia conforme a CLAUSULA 13ª da convenção coletiva firmada entre o SINDILOJAS/BA e a FEDERACAO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DA BAHIA E SERGIPE, bem como nas cidades que tem sindicatos dos comerciários organizados e fizeram convenção coletiva de trabalho com o SINDILOJAS/BA o comercio também pode funcionar respeitando a cláusula que estabelece as condições  de trabalho para esses municípios.
 As respectivas convenções  estão  disponíveis no site ww.sindilojasbahia.com.br  

Salvador, 26 de outubro de 2011

PAULO MOTTA – Presidente do SINDILOJAS/BA    

                  CINCOP-BA
Comissão Intersindical de Conciliação Prévia

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Ao pensar em motivar seus funcionários, as primeiras ações que lhe vêm à cabeça são aumento de salário, prêmios, viagens e bonificações? Tudo isso funciona, claro. Mas existem formas menos usuais – e muitas vezes mais eficientes – de incentivar seu time. A revista norte-americana Inc. reuniu sete dicas para fazer os integrantes do grupo realmente vestirem a camisa da empresa e também tornar esse processo algo natural ao modelo de negócios.


1) Implante um programa de mini-CEO
Quando um empregado tem uma ideia inovadora, Brian Halligan, CEO da Hubspot, uma empresa de marketing e software de Boston, com frequência tira aquele integrante de seu dia a dia para torná-lo um mini-CEO, ou seja, chefe de sua própria startup interna. A ideia é que a pessoa possa desenvolver um novo projeto com liberdade. “Parte da criação desse ambiente de inovação é tornar a organização descentralizada e sem hierarquias”, afirma Halligan. “Nós queremos empoderar nossas pessoas-chave.”



2) Incorpore diversão a seu modelo de negócios
“Quando diversão é uma parte do trabalho diário, os empregados enxergam uns aos outros como pessoas de verdade”, afirma Paul Spiegelman, CEO da Beryl Companies. Com essa finalidade, o empreendedor criou o que ele chamou de “Departamento de Pessoas Bacanas e da Diversão”. Instituiu também o “Dia do Pijama” e a data dos “Anos 70”. “Sei que essas ideias não são praticáveis por todas as empresas. Mas a ideia é fazer algo realmente divertido, mesmo que seja uma iniciativa muito simples.”



3) Distribua a empresa a seus empregados
Já pensou em dar seu empreendimento aos funcionários? Se sim, saiba que essa estratégia tem até nome: chama-se Employee Stock Ownership Program (em uma tradução aproximada seria o Programa de Ações Distribuídas a Funcionários). Essa ação pode ser uma das maneiras mais poderosas de motivar a equipe. O fundador da Swabones Worldwide, Foss Miller, adotou a tática no fim de 2010. “Tantas pessoas trabalham aqui há tantos anos. Para os mais antigos, receber essas ações é garantir uma boa aposentadoria. E, para a equipe em geral, o programa faz com que suas carreiras tenham mais sentido.”



4) Faça algo maluco
Eric Ryan, fundador da Method, uma indústria de produtos de limpeza com sede em São Francisco, acredita que adicionar uma pouco de extravagância a sua cultura corporativa inspira os funcionários a se tornarem mais produtivos. No passado, Ryan já se vestiu de esquilo, pôs para tocar a todo volume a música Eye of The Tiger nos elevadores e organizou um flash mob de dança – mobilizações instantâneas combinadas por meio de redes sociais – dentro do escritório. “Essas maluquices lembram a todos que eles trabalham em um lugar realmente especial – e imprevisível.”



5) Escreva cartas escritas a mão
Quando o general da reserva Stanley McChrystal era comandante das forças norte-americanas e da Otan no Afeganistão, ele era o “chefe” de mais de 150 mil pessoas. O militar conta que enviou mais de 2 mil notas de agradecimento a suas tropas a cada ano. “Eu costumava escrever essas cartas pessoalmente”, diz. Suas mensagens eram frequentemente guardadas como troféus pelos soldados ou exibidas com destaque nas paredes dos bunkers.


6) Deixe-os descansar
Embora pareça contraproducente, as sonecas são uma maneira excelente de motivar. Na verdade, várias companhias, das menores aos conglomerados gigantes, têm criado suas salas de sono. São espaços de descompressão nos quais os empregados podem relaxar e dormir, mesmo que seja por alguns minutos. Zephrin Lasker, CEO da Pontiflex, uma loja de acessórios e aparelhos celulares de Nova York com 60 funcionários, converteu uma sala antiga sala de servidores em uma área de cochilos. “Eu sou um grande entusiasta da soneca. Ajuda as pessoas a recarregar e, pessoalmente, me auxilia a pensar de modo mais criativo.”


7) Tenha mentores para todos
Na Allen & Gerritsen, uma agência de branding e marketing de Watertown, até o CEO Andrew Graff tem um mentor. Não se trata de nenhum medalhão: é um jovem de 22 anos, o especialista em tecnologia estratégica Eric Leist. Para a empresa, a prática ajuda a equipe a se conectar com outras áreas de conhecimento e incentiva as pessoas a pensar fora de seus modelos tradicionais.

Escrito por Sérgio Tauhata

Para juiz, sócio não pode sofrer restrições por ação de falência contra empresa



Com base na nova Lei de Falências, o juiz Carlos Alberto França, da 11ª Vara Cível de Goiânia, determinou que sejam expedidos ofícios aos órgãos competentes informando que o jornalista Batista Custódio dos Santos, atual editor-geral do Jornal Diário da Manhã, não foi atingido pelos efeitos do processo de falência movido pela Indústria de Máquinas e Equipamentos Eletrônicos Maquel Ltda. contra o referido veículo de comunicação, em 1984. Na decisão, o magistrado deixa claro que o jornalista não pode sofrer qualquer restrição em sua vida profissional, patrimonial e comercial e em todos os atos da vida civil em razão da falência da empresa, da qual era apenas sócio na época. Também autorizou a publicação da decisão em jornais de grande circulação da capital e em qualquer cidade que o autor julgue necessário para torná-la de conhecimento público.
Para Carlos França, a legislação falimentar atual não deixa dúvida sobre a impossibilidade de se considerar falido o sócio de uma sociedade limitada que teve a falência decretada. “A legislação falimentar, a lei especial das sociedades por quotas de responsabilidade limitada e até mesmo o Código Civil vigente não autorizam que um simples sócio de uma sociedade limitada que teve a infelicidade de ter a falência decretada seja considerado falido”, ponderou.
Na ação, Batista Custódio sustentou que somente ingressou na sociedade do Diário da Manhã com a sócia-administradora e representante legal do jornal na época, Consuelo Nasser, após a quarta alteração do contrato social, ocorrida em 20 de agosto de 1983. Em suas alegações, o autor afirmou ainda que a “condição de falido” representa um obstáculo ao exercício de sua atividade comercial, uma vez que seu nome consta nos mais diversos órgãos de restrição cadastral.

CDL Apresenta a camisa da campanha Natal dos Sonhos 2011

Vendas de Natal vão crescer 5% neste ano



CONJUNTURA
Crise econômica deixa consumidor arredio. Projeções para o desempenho são apenas a metade dos resultados obtidos em 2010
Este Natal não deve ser de fartura absoluta para o comércio. Comparadas ao desempenho de 2010, as projeções deste ano caíram à metade. Diante da crise econômica que assombra o mundo, da desaceleração do ritmo de crescimento do país e da queda na criação de empregos, o consumidor, desconfiado, resolveu pisar no freio. Enquanto, no ano passado, as vendas aumentaram 10% no período, as previsões de 2011 são de 5%. Para não ficarem no prejuízo, os comerciantes já diminuíram o estoque.
"Outro fator que intensifica essa queda no ritmo de elevação das vendas é a menor oferta de crédito, devido às medidas do Banco Central para conter a inflação", frisou o economista Bruno Fernandes, da Confederação Nacional do Comércio (CNC). O servidor público Carlos Eduardo Viana Ibrahim, 45 anos, é um dos tantos brasileiros que decidiram diminuir a lista de presentes. "Não sei se essa é uma tendência, mas falo só por mim. No ano passado minha mulher gastou cerca de R$ 3 mil com o Natal. Neste dezembro, pretendemos reduzir pela metade, R$ 1,5 mil", disse.
Ainda assim, Ibrahim não acredita em uma retração no comércio. "A economia está crescendo menos, mas ainda está bem. As pessoas ainda estão comprando. Vamos ver o que acontece", afirmou. Fernandes salienta, ainda, que o pessimismo dos lojistas também vêm do resultado obtido no Dia das Crianças. "Esta é a segunda melhor data para vendas, atrás apenas do Natal, e apresentou crescimento inferior ao esperado, de 5,2%. Este pode ser um termômetro para o fim de ano", observou.

Agrado

Talita Barbosa, gerente da loja de roupas Aventure confirmou a tendência. "Esperávamos um crescimento nas vendas, antes de dezembro, de pelo menos 20%. Com a queda, tivemos de diminuir o estoque", atestou. Para ela, o cliente está mais cauteloso. "Os compradores estão pedindo mais descontos e estão com medo de se endividar." É o caso da administradora Margareth Coutinho, 47 anos. "Costumo dar presentes para os sobrinhos, os pais e outros parentes. Mas este Natal será diferente. O agrado será apenas para as minhas filhas", lamentou.


Ela diz que não está confiante em relação à economia brasileira e, por isso, prefere não gastar muito. "Além de os produtos estarem caros, não recebemos aumentos compatíveis. Preocupo-me também com a falta de emprego. No ano passado, sentia uma segurança maior", afirmou. Fernandes destaca que, apesar da desaceleração, o desempenho continua positivo. "O ano passado foi excepcional. Já esperávamos que o resultado não se repetisse", analisou.
A Confederação Nacional de Dirigentes Logistas (CNDL) tem previsão um pouco mais otimista sobre as vendas de fim de ano, entre 6% e 7%. "Mesmo que abaixo de 2010, os números são bons. Esperamos que alguns setores, como o de eletroeletrônicos, segurem essa taxa", disse o presidente da entidade, Roque Pellizzaro. "Outro motivo para a diminuição do ritmo é a queda na demanda reprimida de bens."
Em Brasília, a perspectiva é ainda maior. "Esperamos elevação superior a 8% na capital federal, que, diferentemente de outros lugares, não apresentou redução de renda ou de postos de trabalho", esclareceu o presidente da Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Adelmir Santana.

Campanha Natal dos Sonhos 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011