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Índice de confiança registra redução de 3% em janeiro

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas, voltou a cair entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, após três messes consecutivos de alta. Segundo a pesquisa, o ICC apresentou redução de 3% ao passar de 119,6 pontos, em dezembro, para 116 p. em janeiro. Na comparação com o grau de confiança registrado pelos consumidores no mesmo período do ano passado, a retração foi ainda maior, (-4,2%). No entanto, esse resultado ainda é considerado elevado quando se observa a série histórica iniciada em  2005.
No mês, tanto a avaliação do momento atual, quanto as expectativas para o futuro apresentam retração. O Índice da Situação Atual (ISA) cedeu 2,3%, ao atingir 137,4 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) registrou queda de 3,4%, ao passar de 108,6 pontos para 104,9 p. Esses dados são resultado, principalmente, da diminuição da expectativa com a situação financeira familiar e da retração do ímpeto de fazer novas compras de bens duráveis.
O quesito que mede a avaliação da população sobre a situação econômica  local apresentou queda de 3,7%, voltando ao patamar de novembro de 2011. A parcela daqueles que julgam como “boa” teve redução de 27,1%, para 24,4%, enquanto que a proporção daqueles que avaliam como “ruim” cresceu de 17%, para 18,4%. Na avaliação da intenção de compra de bens duráveis nos próximos seis meses, observou-se que a parcela daqueles que pretendem comprar mais diminui de 19,5% para 15,9% e a proporção dos que pretendem comprar menos registrou elevação de 31,3% para 37,8%.
A Sondagem de Expectativas do Consumidor é realizada com base em uma amostra com mais de 2000 domicílios em sete das principais capitais brasileiras e leva em consideração os seguintes quesitos: situação econômica do País, da família, do orçamento doméstico, o grau de dificuldade de encontrar trabalho e intenções de compras de bens de alto valor.

Consumo no Natal deve crescer entre 5% e 7%, afirmam confederações

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

 
SÃO PAULO - O consumo neste Natal deve crescer de 5% a 7%, estimam entidades ligadas ao comércio. Além disso, o comportamento do consumidor também deve mudar, por conta da inflação e da acomodação da renda e do emprego.
De acordo com o economista da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), Bruno Fernandes, a projeção é de que, neste Natal, as vendas cresçam de 5% a 6%. "Um aumento positivo, embora seja inferior ao registrado entre 2009 e 2010, que foi de 10,9%", explica.
Já para o presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), Roque Pellizzaro Junior, a expectativa é de que as vendas cresçam de 6% a 7%. "Um bom resultado, mas menor que os 11% registrados entre 2009 e 2011. A previsão é de que haja uma desaceleração", afirma.
Crescimento menos expressivo
De acordo com Fernandes, o mercado de trabalho e a renda do brasileiro tiveram acomodação, por isso a desaceleração nas vendas deste ano. Além disso, a oferta de crédito não tem acompanhado o crescimento da demanda. "A inflação também influencia, pois faz com que o custo de vida aumente e a disposição para compra diminua", explica.
Segundo Pellizzaro, a base comparativa deste ano é diferente, por isso a diferença na expectativa, além da inflação, que também deve ter reflexo. "O processo inflacionário comprometeu a renda do consumidor", completa.
Por outro lado, ele afirma que as classes D e E devem consumir mais. "Devemos ter uma ascensão maior das classes D e E do que no ano passado, quando elas não tinham as mesmas condições de compra", explica.
Produtos
Para o presidente da CNDL, os móveis e eletroeletrônicos devem ter menor procura neste ano, sendo estimado um crescimento menos intenso que a média do comércio em geral. Já os produtos de menor valor agregado devem ser os mais procurados. "Vestuários e calçados devem ter um crescimento maior que 7%, pois a tendência é de que o consumidor perca o interesse em comprar eletroeletrônicos mais caros, pois eles já os possuem e são produtos que duram mais", comenta.
Por outro lado, o economista da CNC acredita que, neste ano, os eletroeletrônicos devem ser os principais produtos consumidos neste ano. "Celulares também devem continuar na preferência do consumidor, tendo neste ano a presença também dos tablets", explica.
Outro destaque do Natal, segundo Junior, devem ser os itens de perfumaria e cosméticos. "A procura por esses itens tem crescido no Brasil, tanto que devemos trabalhar com uma estimativa acima dos 6%", acrescenta.

COMÉRCIO PODE FUNCIONAR NOS FERIADOS DE 02 E 15 DE NOVEMBRO DE 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011


De acordo com a  CLAUSULA 8ª PARAGRAFO SÉTIMO DA CONVENCAO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012, firmada entre o SINDICATO DOS LOJISTAS DO COMERCIO DO ESTADO DA BAHIA (SINDILOJAS/BA) e o SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DA CIDADE DO SALVADOR, o comércio pode funcionar normalmente nos dias 02 (Quarta- feira) e 15 (Terça-feira) de novembro e o comerciário que trabalhar nesse dia tem direito a uma bonificação de R$ 27,00(vinte e sete reais) mais vale transporte e auxilio alimentação se a jornada de trabalho for superior a 06.00hs e folga compensatória até o dia 30 de novembro.
Nos municípios onde não tem Sindicato do Comercio  Varejista organizado, o comercio pode funcionar nesse dia conforme a CLAUSULA 13ª da convenção coletiva firmada entre o SINDILOJAS/BA e a FEDERACAO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO DA BAHIA E SERGIPE, bem como nas cidades que tem sindicatos dos comerciários organizados e fizeram convenção coletiva de trabalho com o SINDILOJAS/BA o comercio também pode funcionar respeitando a cláusula que estabelece as condições  de trabalho para esses municípios.
 As respectivas convenções  estão  disponíveis no site ww.sindilojasbahia.com.br  

Salvador, 26 de outubro de 2011

PAULO MOTTA – Presidente do SINDILOJAS/BA    

                  CINCOP-BA
Comissão Intersindical de Conciliação Prévia