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Internet já é a primeira mídia no Brasil depois da Televisão

segunda-feira, 18 de junho de 2012


De acordo com os Indicadores de Mercado, elaborado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), a Internet já é a segunda mídia no Brasil, alcançando 12% de share de mercado (display+search) e ultrapassando o meio jornal. Os dados são referentes aos três primeiros meses de 2012 e mostram que a Internet faturou mais de R$ 840 milhões, sendo R$ 512 milhões em search e R$ 330 milhões em display.
Segundo Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, a Internet já é o meio mais utilizado pelos anunciantes, ficando atrás somente da TV aberta. “A mídia digital está mostrando seu potencial e se consolidando como uma das alternativas mais lucrativas para as empresas anunciarem seus produtos e serviços. O IAB estimou que o mercado brasileiro fechará o ano com participação de 13,7% e este desempenho no primeiro trimestre só confirma a nossa projeção”, completa.
Comparada ao rádio, à TV e ao jornal, a Internet já é a mídia mais consumida, não só em casa, como no trabalho, na escola, em restaurantes, shoppings e reuniões presenciais. Dentre os quase 40% que surfam pelo menos duas horas por dia, somente 25% conseguem gastar o mesmo tempo com a TV. Essa, por sinal, é o meio menos usado entre jovens de 15 a 24 anos.
De maneira geral, mulheres consomem mais mídia do que homens. O público feminino passou o masculino no quesito preferência e consumo de atividades de mídia. 84% das internautas usa a Internet várias vezes ao dia e 65% assiste TV frequentemente enquanto navega na web.
Em casa, a Internet é a mais utilizadas das mídias em todos os períodos do dia: 69% acessam pela manhã, 78% também acessam à tarde e 73% conectam à noite. Apesar do cada vez maior acesso a smartphones e tablets, desktops (77%) e laptops (59%) ainda são as formas mais usadas para acessar a Internet.
Os Indicadores de Mercado estão disponíveis no site: http://bit.ly/LnUY6S

Facebook lança programa para PMEs

quinta-feira, 7 de junho de 2012


O Facebook lançou no Brasil o programa Rota do Sucesso, voltado para pequenas e médias empresas. O programa auxilia o empreendedor a divulgar sua empresa na rede social, por meio da criação de uma página no Facebook.

Para participar é preciso preencher um formulário com dados da empresa e, após o cadastro, o empreendedor terá suporte telefônico durante um mês de especialistas do Facebook para ajudar na criação da página da empresa.

Os primeiros cinco mil inscritos ganham um crédito de 50 reais para promover anúncios de sua empresa no Facebook em outras páginas da rede social.

Além disso, especialistas afirmam que é possível ganhar dinheiro com a rede social. Desde agosto de 2011, a Like Store, por exemplo, tem mais de 3 mil lojas funcionando com seu aplicativo que transforma a página do Facebook de uma empresa em uma e-commerce.

Ou você se adapta ou está fora

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O ditado já dizia que quem não é visto, não é lembrado. Esta velha prerrogativa está mais do que atual nos tempos de internet. Agora, para sobreviver e manterem-se fortes, empresários catarinenses estão de olho nas tendências e nos hábitos de consumo do comércio online. Diante de um mercado mais competitivo e lotado de novidades, especialistas recomendam que os lojistas tradicionais precisam cativar o cliente pelas redes sociais e oferecer, ainda que em pequena escala, vendas pela internet.
Ou você se adapta ou você está fora. Isso aconteceu nos EUA, quando cadeias de lojas tradicionais fecharam as portas porque subestimaram o poder do comércio online. O empresário brasileiro precisa aprender a lição: sem tecnologia, ninguém vai conseguir evoluir , diz o diretor-geral da E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, Pedro Guasti. O comércio eletrônico deve fechar 2011 com vendas de R$ 18,7 bilhões, 26% a mais do que em 2010. Em contrapartida, as vendas de lojas físicas não devem crescer mais do que 3%.
A transformação nos hábitos do consumidor está muito além da compra online. A internet revolucionou as formas de pagamento há mecanismos que facilitam o pagamento no cartão que dispensam os caixas de lojas.
Para tentar equiparar-se, o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior, afirma que o grande desafio do comércio é oferecer estruturas, nas lojas, que possam passar informações e descrições semelhantes às encontradas na internet. Muitas vezes, o cliente vai em uma loja e o vendedor não sabe como funciona o produto.
O presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt, avalia que o empresariado de SC tem condições de ser competitivo na internet, desde que entenda que a localização não é um quesito importante para o cliente online. Em um mundo sem barreiras, a preocupação dos investidores deve estar focada em oferecer um serviço inovador.