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Não há falta de vendas para quem nasceu para vencer

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Medidas do governo estão prejudicando as suas vendas? Sempre que converso com empresários dos quarto cantos do país e faço esta pergunta, quase sempre a resposta é: “É CLARO QUE SIM”.

Caso esta seja também a sua posição, sugiro que repense o seu ponto de vista.
Como profissional de vendas com quase quatro décadas de experiência, posso afirmar que muitas vezes o maior culpado da falta de vendas costuma estar entre a sua equipe de vendas.

Não está convencido? Então, como explicar que confrontados com as mesmas condições econômicas e mercadológicas, alguns dos seus vendedores raramente dão descontos, enquanto outros dizem só ser possível vender concedendo o máximo de benefícios para aos clientes?

Como explicar que alguns dos seus melhores vendedores diante do cliente são capazes de defender proposição de valor, enquanto outros juram que se não tivessem concedido o desconto máximo, o negócio teria sido perdido?

Os líderes de vendas precisam ser conscientizados de que a sua meta é garantir que a empresa venda mais para muitas pessoas com mais frequência e, especialmente com margens mais elevadas. Além disso, diante da queda de vendas ao invés de pedir a equipe que encontre novos caminhos para reduzir os custos, deve solicitar que descubra meios de vender mais e melhor.

O verdadeiro líder de vendas, não se preocupa tanto com as razões pelas quais o mercado está mais competitivo, ao invés disso, concentra as suas energias para desenvolver novas estratégias de prospecção de negócios, elevar o faturamento e lucrar mais.

É preciso também ter uma boa inteligência de negócios e treinar a equipe para identificar oportunidades e atuar com otimismo e motivação. Conscientize o vendedor de que a sua capacidade de vendas é do tamanho de suas crenças e possibilidades.

Gerir uma equipe de vendas pode parecer simples, mas nem sempre é fácil, pois requer muita disciplina e capacidade de interagir com as pessoas. Muitos líderes concentram-se nas melhores estratégias e se esquecem daqueles que vão executá-las.

Além disso, considere que a atitude em vendas sempre conta muito. Quando foi, por exemplo, a última vez que você reuniu a sua equipe para encontrar novos caminhos e avaliar desempenho? Uma avaliação inteligente e sincera da equipe pode aflorar alguma luz para o esforço individual e coletivo de vendas. Pode sim provocar alguma inquietação, mas proporcionará reflexões importantes para elucidar questões como as que seguem abaixo:
·         Até que ponto os melhores vendedores estão dando a sua real contribuição para os lucros?
·         Os vendedores novatos e menos experientes estão evoluindo satisfatoriamente?
·         Os clientes (inclusive os de menor potencial de compras) estão recebendo a devida atenção dos vendedores?
·         A equipe está prospectando clientes ou apenas atendendo aqueles que a procura?

Saiba que as condições econômicas e mercadológicas podem não ser adequadas ao bom desempenho das vendas, mas antes de sair por ai culpando o governo, fornecedores e a escassez de clientes, certificar-se de que a equipe de vendas está fazendo adequadamente o dever de casa. Afinal de contas, não há falta de vendas para quem nasceu para vencer.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa
Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Siga no Twitter/LikedIn/Facebook/Orkut: evaldocosta@icbr.com.br

Você está preparado para liderar?

terça-feira, 31 de janeiro de 2012


A sua empresa está em busca de lideres? Precisa otimizar o desempenho da equipe? Necessita maximizar vendas e lucros? Diante do desafio de buscar liderança para a sua empresa, você deve buscar um bom gerente ou coach?

Nestes tempos em mudanças constantes, as pessoas não querem ser gerenciadas, e sim orientadas, treinadas e encorajadas. Caso você busque uma vaga de líder, é preciso saber se está equipado com ferramentas poderosas, suficiente para desenvolver habilidades sólidas o suficiente capazes de superar os desafios de tempos difíceis.

Considere que as organizações de todas as partes buscam líderes que demonstram uma crença entusiástica e genuína nos outros, e que seja capaz de manter fortalecida a sua vontade de vencer. Para Peter Druker, “O líder do passado era uma Pessoa que sabia dizer. O líder do futuro é uma Pessoa que sabe perguntar”. Então, como identificar o perfil do gerente e do coach e como saber qual deles é a melhor opção para ocupar determinada vaga?

O gerente é uma pessoa que tem controle, mantém a direção de um negócio ou divisão. Normalmente, exerce a sua função usando a hierarquia e o poder de sua função na organização. O gerente recorre a sua experiência e autoridade para recomendar, apontar caminhos, rever processos e garantir a produtividade da equipe.

Já o coach precisa ser um ótimo comunicador, educador e incentivador. Deve ser um ser humano que dá instruções ou conselhos para elevar o desempenho de um indivíduo ou grupo. Ele ajuda a pessoa a desenvolver o seu potencial e a encontrar caminhos por si só. O Coach é um educador que valoriza o diálogo, o bem estar do time e sobretudo o desenvolvimento de talentos.

Ele deve ser capaz de agir com independência e sem preconceitos, motivar e manter a esperança viva dentro de cada indivíduo. Precisa entender as necessidades e criar facilidades para que os melhores caminhos sejam alcançados. É seu papel fortalecer sempre a crença de seu colaborador para renovar o seu interior, possibilitando a construção de um futuro melhor.

Deve ser capaz de identificar e reforçar o lado bom das pessoas, criando condições adequadas ao desenvolvimento de talentos e de habilidade, criando ponderosa sinergia para que o grupo saia vencedor de seus desafios.

Para isso, o coach precisa estar sempre sintonizado com as constantes mudanças do ser humano e da modelagem empresarial. Ele não deve estar preocupado apenas em manter o cumprimento das tarefas nos prazos e volumes desejados, mas sobretudo em cuidar do bem estar, crescimento e comprometimento das pessoas, que aceitando-o como líder, o respeitará e lhe será fiel na alegria e na tristeza.

Finalmente, o líder dos dias atuais tem bons ouvidos para assimilar com maestria mensagem sábia como a do mestre Mário Quintana, que ensina: "Nesta vida temos três professores importantes: o 'Momento Feliz', o 'Momento Triste' e o 'Momento Difícil'. O 'Momento Feliz' mostra o que não precisamos mudar. O 'Momento Triste' mostra o que precisamos mudar. O 'Momento Difícil' mostra que somos capazes de superar."


Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa
Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
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Sete passos para alcançar as metas de vendas

Você trabalha com vendas? Deseja se destacar na profissão? Pois saiba que o sucesso não é obra do acaso. Para chegar ao topo vai precisar de um ótimo plano estratégico e contar com recursos operacionais adequados. Ainda não se convenceu? Então veja o que disse Croft M. Pentz “Tenhas metas claras,pois a história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas,amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro”.

Lembre-se também que na jornada para otriunfo, nada substituirá a sua dedicação e inteligência competitiva. Então, você deve saber com riqueza de detalhes o que está disposto a realizar. Precisa ainda identificar as diferenças básicas entre competir nos 100 metros rasos e em uma maratona.

Você deve saber que precisará ser flexível e seguir a direção certa, pois "se você não sabe para onde ir, qualquer estrada o serve“. Dai, você deve ser perguntar: o que mais devo fazer para chegar onde desejo? O que estou fazendo agora está me levando para mais próximo de meu alvo?

Superado estas questões, você deverá se dedicar no alcance de sua meta. Então poderá recorrer as seguintes pontos:

1 – Objetivos – Tão importante quanto possuir metas desafiadoras, é saber se você pode fazer o que é preciso ser feito para atingi-las. Ao longo dos anos de experiência que acumulei, tenho visto muitos vendedores, supervisores e gerentes de vendas deixarem a desejar, por subestimarem a importância das metas para obter sucesso;

2. Diariamente– Também, não basta rever as metas algumas vezes ao mês, é necessário revisá-las todas as manhãs e no final de cada dia, ajustando as ações para o dia seguinte;

3. Na sexta-feira ou sábado -Apure os resultados da semana e ajuste as estratégias e rotas para a próxima semana;

4. Mensalmente– Reuna com pessoas de sua confiança a fim de ajudar a avaliar o que está fazendo, onde você está indo, o que você precisa ajustar no mês seguinte;

5. Trimestralmente - Reveja o seu progresso em direção a meta anual. Pergunte-se: "O que eu preciso realizar ao longo dos próximos três meses para alcançar meus objetivos anuais?" Definir isso e comprometer-se com as ações do próximo trimestre fará uma enorme diferença para o seu sucesso;

6. Semestralmente – Apure o que foi conquistado, onde você desperdiçou energias e o que terá que fazer diferente no próximo semestre. Nesta ocasião você deve ratear proporcionalmente os pontos pendentes para o meses seguintes deixando sempre uma razoável margem de segurança, a fim de evitar surpresas desagradáveis;

7. Anualmente–Comemore os resultados alcançados e reserve tempo adequado para redefinir as metas para o próximo ano. Certifique-se de que acumulou os aprendizados e se desafie com metas ousadas.

Lembre-se que vence mais quem se prepara melhor. Neste contexto é muito importante você contar com gente sincera e inteligente para apoia-lo como mentor oucoaching. O ideal é que seja alguém com quem você possa contar para ajudá-lo avaliar o seu desempenho. Com ele você deve validar metas, marcos e progresso, além de identificar e superar eventuais dificuldades que possam comprometer a sua jornada para o sucesso.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa
Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
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Sete passos para ser um campeão de vendas

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011


Você deseja vencer na profissão? Quer ganhar muito dinheiro? Busca a independência financeira? Caso tenha respondido afirmativamente a pelo menos uma pergunta acima, então continua lendo atentamente este artigo, pois ele poderá ser muito útil. Naturalmente, não há receita de bolo para vencer na carreira de
vendas, mas seguir algumas dicas costuma ajudar muito na caminhada para o topo. A minha experiência de algumas décadas na profissão revela que atenção especial aos seguintes pontos, ajudará muito a sua jornada para o sucesso.
1 - Gostar da profissão – O profissional de vendas não pode se esconder, como se ser vendedor não fosse motivo de orgulho. A única diferença entre um vendedor e um engenheiro, por exemplo, está na atitude. Ambos, podem e terão muitos motivos para se orgulharem da profissão.

2 - Querer vencer – Ninguém poderá vencer se não tiver um ardente desejo de fazê-lo. É como disse Ganhdi: “Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer”;

3 –Ser corajoso – Movimente-se, faça algo que o impulsione em direção ao topo. Ficar na sombra esperando o sucesso cair em seu colo não vai funcionar. Ter coragem de arriscar é uma qualidade que não pode faltar ao profissional de vendas. Afinal de contas, é como revela a máxima: ''O mundo está nas mãos daqueles que tem a coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos''

4 - Seja modesto - Contrariamente ao estereótipo de que o vendedor é insistente e arrogante, o melhor é ser modesto e humilde. Ganha-se muito mais colocando os clientes em primeiro lugar do que querer ser o máximo;

5 – Seja curioso - Vendedores de sucesso tem que ter fome de conhecimento e informação. Quanto mais cultura mais recursos você terá para conquistar a atenção do cliente;

6 - Use a empatia e seja ético – Colocar-se no lugar do cliente, será sempre um bom comportamento para triunfar na profissão de vendas. Não se esqueça de ser sempre ético, pois a vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança”;

7 - Tenha prazer em atender – Atenda pensando em encantar, pois a venda é consequência. Faça o cliente sorrir, se sentir feliz a ponto de desejar o seu sucesso. Lembre-se: quem atende bem, não precisa vender. Além disso, é como disse S. Brown: "Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá, a cada pessoa, tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria."


Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa


Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
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MOTIVAÇÃO: Faça perguntas poderosas para alcançar o topo

quarta-feira, 23 de novembro de 2011



Que tipo de artifício você recorre para deter a atenção do cliente e fazer a venda? Você recorre a perguntas poderosas para atraí-lo? Se respondeu afirmativamente a essa segunda questão, saiba que está na trilha do campeão de vendas e engordando, a cada dia mais, a sua conta bancária.

Naturalmente, a maioria dos profissionais de vendas sabe que a venda envolve fazer perguntas significativas. Jogar conversa fora diante do cliente em potencial, é o mesmo que rasgar dinheiro. Portanto, faça uma boa lista de perguntas e treine com competência a sua aplicabilidade e verá como vender pode se transformar em uma tarefa simples e fácil em sua jornada para o topo.

Para preparar uma boa lista, você poderá dividí-la em perguntas fechadas, abertas e estratégicas, a seguir qualificadas:
• 1º- Perguntas fechadas tem respostas curtas e definitivas como "sim" ou "não", ou um ponto específico de informação. Entenda que as perguntas fechadas podem ser muito úteis, mas elas precisam ser lançadas na fase certa da venda.

Se, por exemplo, você estiver na fase de investigação e efetuar uma pergunta fechada, estará perdendo a oportunidade de colher de forma eficaz, as informações que mais deseja para facilitar a sua vida durante os demais degraus do processo de vendas. As perguntas fechadas são mais adequadas para as fases de pré-fechamento, fechamento, demonstração e superação de objeções.

• 2º - As questões abertas destinam-se a solicitar uma resposta mais detalhada do cliente. Este tipo de pergunta é adequado em todas as fases do processo de vendas, mas são mais eficientes quando utilizadas na fase de sondagem, ocasião onde você deve conhecer o cliente e suas necessidades.

Quase sempre são muito requisitadas e eficazes nas fases de negociação, teste de produto e superação de objeções. Imagine que você seja um consultor de vendas e trabalhe em uma concessionária de veículos automotores. Estando diante de um cliente que acabou de adentrar em sua loja, e depois de uns dois minutos de abordagem, você poderá perguntar: "O que você mais valoriza na compra de um automóvel novo?

• 3º - Já as questões estratégicas, proporcionam o cliente de forma empolgada, a se expressar sobre determinada situação. Para ganhar a admiração dele você deve provocar uma conversa profunda, tratando-o com se fosse um perito no assunto. Agindo com maestria você o levará a se interessar ainda mais e se aprofundar no tema, criando um ambiente de colaboração e favorável a realização da venda.

Questões estratégicas geralmente começam com uma das seguintes frases: contar, partilhar, descrever, explicar, explorar, ou me ajudar a entender. Exemplo: "Conte-me sobre como você utiliza o automóvel na maior parte do tempo”.

Este tipo de questão costuma revelar informações valiosas que serão muito úteis durante todo o ciclo de vendas. Daí a razão pela qual você deve evitar encontrar-se com o cliente sem que antes tenha pelo menos, três delas bem preparadas para serem lançadas em momento oportuno.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa
Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
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O cenário econômico e as tecnologias para inteligência

quinta-feira, 17 de novembro de 2011


Em um ambiente de negócios tão instável, faz-se ainda mais importante uma interpretação correta dos sinais de mercado.
Estados Unidos em grande contração econômica, Europa insolvente e endividada, China em desaceleração e o Brasil decidindo o melhor caminho pra se defender. A expectativa no País da Copa do Mundo e das Olimpíadas era de pelo menos dez anos de crescimento sustentável, fortalecimento da indústria e grande aquecimento do consumo e das empresas brasileiras. Não é certo que este futuro irá mudar, mas os indícios para tal são no mínimo preocupantes.
Num ambiente de negócios tão instável, faz-se ainda mais importante uma interpretação correta dos sinais de mercado. O mercado não para completamente, os clientes não deixam de comprar, os concorrentes não fecham as portas, os fornecedores não desligam suas máquinas de uma vez por todas. O mercado é mutante, o mercado se reinventa, o mercado migra! Mas como o mercado vai mudar? Onde os meus clientes irão investir seu dinheiro? Como o meu cliente irá decidir? O que os meus concorrentes farão? Como o meus concorrentes irão abordar o mercado? O que eu posso fazer para ficar mais competitivo? Onde eu posso mudar para manter meus clientes e inclusive buscar eventuais órfãos dos meus concorrentes? A dinâmica do meu negócio permite que eu atue como novo entrante em outro mercado mais promissor? Posso substituir outro produto ou serviço impactado neste cenário de crise? Onde eu devo investir para aproveitar as oportunidades existentes? Como a minha cadeia de valor irá se comportar? O que eu não posso fazer de errado? Essas e outras perguntas precisam ser respondidas com ainda mais assertividade. Num cenário de possível escassez, há pouco espaço para a tomada de decisão equivocada. Torna-se fundamental um olhar mais inteligente ao mercado. Torna-se fundamental usar a Inteligência para direcionar este olhar.
Um processo sistemático, ético e formal de monitoramento do ambiente de negócios, precedido pela identificação e planejamento de temas, tópicos e questões específicas, coleta de dados primários e secundários, análise de informações e geração de conhecimento, passando pela disseminação de produtos e pela avaliação contínua do processo e de seus resultados. Essas cinco etapas estabelecem o ciclo da Inteligência e se traduzem no processo capaz de oferecer a todas as organizações que o adotam um modelo sistemático para apoio na tomada de decisão eficiente e eficaz. Mas, atualmente, onde a velocidade da tomada de decisão nas empresas é fator critico de sucesso, pergunto: como fazer acontecer este ciclo/processo de maneira mais rápida, assertiva e produtiva? A resposta pode estar no apoio da tecnologia da informação.
Num mundo com cada vez mais informações disponíveis, onde os problemas dos executivos são os excessos de dados e não mais a falta deles – inclusive como outrora na era pré-Internet – imaginar tratar grandes volumes com a força humana em exclusividade é algo impensado. Aliás, uma vez que estamos falando de Processo de Inteligência, é coerente pensar em tecnologias que permitam oferecer aos coletores, analistas e demais profissionais envolvidos com esta prática, facilidades para a realização de um trabalho melhor, mais rápido e com maior assertividade. A boa notícia é que existem softwares que podem apoiar neste processo!
Todavia, escolher um software de apoio a inteligência não é uma tarefa fácil. Em primeiro lugar, é preciso levar em consideração o processo e encontrar ferramentas que possam atender cada uma de suas etapas. Basicamente, há dois grandes macroprocessos que precisam ser atendidos através de um software de inteligência: o primeiro deles se refere à construção do processo de inteligência (definição de clientes, seus temas, tópicos e questões a serem observadas) e o segundo se refere à operacionalização do processo em si (coleta, análise e disseminação de informações e inteligência, além de sua avaliação).
Para a construção do processo, um software precisa apresentar funcionalidades para a criação de uma árvore de inteligência, associá-la a um mapa de produtos e estudos, cadastro de clientes internos, registro de fontes de informação, incluindo rede de coletores e especialistas. No que tange à sua operacionalização, faz-se importante funcionalidades para permitir a inclusão de informações (bons motores de busca contribuem muito neste momento!), recursos para a classificação e análise destas informações (extremamente desejáveis modelos analíticos de administração, como matriz SWOT, 5 Forças de Porter, Fatores Críticos de Sucesso, entre outros) e possibilidades para a exportação de informações, alertas e estudos construídos (através de e-mails, newsletters mais estruturadas, documentos Office da Microsoft ou outro canal mais aderente as necessidades dos clientes de inteligência, como até mesmo um SMS, por exemplo).
E isso ajuda na coleta e seleção de informações relevantes dentro deste enorme mar de informações disponíveis? A resposta é sim. A contribuição de uma ferramenta estruturadora do processo de inteligência, através de um fluxo ordenado, já faz uma grande diferença. Entretanto, há uma funcionalidade cada vez mais desejada quando a realidade é trabalhar com grandes volumes de informações não estruturadas: são as chamadas taxonomias digitais. Esse tipo de funcionalidade permite às áreas de inteligência determinar todo o seu conjunto de temas, tópicos e questões de monitoramento através de três elementos principais: palavras-chaves, fontes de informação e horizonte de tempo. A relação é direta. Através das palavras-chaves se faz possível identificar informações relacionadas aos temas, tópicos e questões de monitoramento; através das fontes de informação podemos determinar onde encontrar conteúdos que respondem a estes assuntos; e através da definição do horizonte de tempo conseguimos estabelecer os períodos de pesquisa.
Desta forma, se o processo de inteligência competitiva for bem conduzido e conseguir identificar, de forma robusta, clientes, produtos e fontes de informação, contemplando com ênfase conteúdos primários através de suas redes estabelecidas, uma taxonomia digital pode classificar automaticamente todos estes conteúdos gerados, apresentá-los por relevância, destacar nomes de empresas, pessoas, produtos, datas, valores e demais critérios elencadores, facilitando enormemente o trabalho de monitoramento em seja qual for o volume de dados que estiver sendo observado.
Além de construção do processo, sua operacionalização e taxonomias digitais, completam uma boa solução tecnológica de inteligência funcionalidades que permitam a integração de um software como esse em portais de Inteligência, locais cada vez mais demandados por organizações do mundo inteiro para legitimar e tornar pró-ativa, em ambiente colaborativo, as iniciativas de suas áreas de inteligência.
Independentemente de uma crise ou intempéries econômicas acontecerem, um bom processo de inteligência competitiva somada a uma boa solução tecnológica podem fazer grande diferença. Esperamos e torcemos muito para que não haja retração econômica e nem qualquer deslize nos tão sonhados planos brasileiros de crescimento, mas não custa estar preparado para um cenário menos motivador.
*Fabio Rios é sócio da Plugar Informações Estratégicas

O mentiroso é escravo de suas mentiras

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Você sempre fala a verdade? Acha difícil falar somente a verdade? Porque as pessoas costumam faltar com a verdade? Ser verdadeiro pode ter vários significados e estar de acordo com os fatos ou a realidade é um deles. Pesquisando irá descobrir que o dicionário revela que a ”verdade significa o que é real ou possivelmente real dentro de um sistema de valores”.

Então se a verdade é positiva, amiga e aliada, então porque as pessoas faltam com ela? Essa é seguramente uma questão com respostas variadas e que portanto merece nossa reflexão. Há quem defenda situações em que faltar com a verdade pode ser um recurso aceitável, mas há quem garanta que a verdade deve ser dita em qualquer circunstância:o que você pensa a respeito do assunto?

Parece que vivemos em uma sociedade que está banalizando a mentira. Mente-se por qualquer razão, muitas vezes sem há menor necessidade, como por exemplo, para justificar um atraso, não comparecimento a um encontro de amigos etc. Há pessoas que mentem sem se dar conta de que a verdade lhe seria mais favorável, mas quando percebe já é tarde demais. Parece que as pessoas desenvolveram a falsa sensação de que a mentira é o melhor caminho para superar os imprevistos do cotidiano.

Muitas vezes é a imaturidade que leva o indivíduo a mentir, sem se dar conta de que ela está na raiz de todos os males. O problema é que para sustentar a uma aparente e inofensiva falsidade inicial, a pessoa é forçada a continuar mentindo. Afinal de contas, algumas mentiras criam apenas um pouco de conflitos internos e estresse aparentemente insignificante.

Por exemplo, quando dizemos "mentiras brandas" (como chegar cinco minutos atrasado no trabalho e assinar a folha de ponto como se tivesse chegado no horário, afinal de contas foram apenas alguns minutos), pode criar pouca ou nenhum conflito interno. Mas quando mentimos sobre algo que é mais significativo para nós, a exemplo da infidelidade conjugal, é provável que a pessoa sinta uma grande dose de estresse.

O fato é que o tempo passa rápido e sem perceber a pessoa passa a acreditar que poderá resolver todos os seus problemas com mentiras e o que é pior, passa a encara-las como se fossem verdades, e é justamente neste ponto que a vida começa a ficar estressante, perigosa, sem sentido e a gerar infelicidade.

Por outro lado, dizer a verdade nos faz sentir bem, caminhar com os ombros erguidos, encarar as pessoas com naturalidade e manter sincronia fina com algum propósito maior e bom sobre a nossa vida, e a maneira como estamos vivendo. Isso cria admiração, alegria e felicidade duradoura, que não pode ser comprada como se fossem mercadorias nas prateleiras dos supermercados.

Então caso você esteja se sentindo infeliz, amargurado com a vida e achando que nada lhe é favorável, vai aqui um convite para que examine a sua consciência e veja como tem se comportado em relação a verdade ou a falta dela. Caso decida mudar a maneira de viver, encarando os fatos como eles são e não como gostaria que fossem, então comece a dizer a verdade em seus relacionamentos mais próximos, como esposa, noiva, namorada, filhos e amigos.

Em seguida, expanda o círculo da verdade para incluir os seus colegas, vizinhos e comunidade. Sinta-se livre para usar o tato e a diplomacia, quando necessário, mas não deixe que o medo de ofender, impeça de ser sempre verdadeiro. Com o tempo você descobrirá que os benefícios da verdade lhe será sempre mais compensador do que viver no mundo da falsidade.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa
Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
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Para sua reflexão nesta quinta-feira, leia e reflita.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011


Estou feliz com a minha trajetória?
Você está feliz e satisfeito com a sua vida? Esta onde gostaria de estar? Faz o que gostaria de fazer? O que está fazendo hoje está levando você para mais próximo de onde deseja chegar?
Boa parte das pessoas que conheço alega não estar onde gostaria de estar, devido à interferência de terceiros. Há quem alegue falta de oportunidades; não ter tido chance estudar, pois precisavam trabalhar para manter o sustento; outros atribuem à falta de incentivo familiar, há ainda quem alegue que o país não oferece boas oportunidades de crescimento e que a política governamental é injusta e inadequada.
Quem pensa assim deve lembrar-se do que disse Thomas Sikking: "Você não é o produto de um lar desfeito, uma economia devastada, um mundo em sublevação de guerra, um grupo minoritário, uma família de bêbados ou um bairro assolado pela pobreza. Você é o produto de seus pensamentos, decisões e ações. Tudo o que você está pensando hoje é a pedra angular do seu amanhã. "
O que a maioria dos que não está onde poderia estar não se dá conta é que o principal responsável pelo seu insucesso é o comportamento diante dos desafios do cotidiano. O fato é que as pessoas fazem escolhas com base nas informações que detém. Então, se elas não se preocupam em lapidá-las, dificilmente encontrarão com facilidade o caminho que as conduzirão ao topo.
O mais comum é encontrar pessoas acomodadas e achando que o sucesso é obra do acaso. Muitas deixam de buscar alternativas e se preocupam mais em explicar aos amigos e familiares a razão do seu fracasso. Quando isso ocorre, o tempo parece passar rápido, a meta ficar mais distante e a pessoa não percebe se envolver em processo irracional para justificar o inaceitável. É como dizia Abraham Maslow: "Podemos escolher recuar em direção à segurança ou avançar em direção ao crescimento. A opção pelo crescimento tem que ser feita repetidas vezes. E o medo
Tem que ser superado a cada momento”.
Para evitar as arapucas do comodismo que existem no caminho, é melhor ser honesto e pontual com você mesmo em todos os momentos. Afinal de contas, quando você começa a se enganar é o começo do declínio do seu personagem. Portanto, certifique-se que você é uma pessoa de quem gosta muito, de bons princípios e que tem boas razões para triunfar, assim conseguirá apoio das pessoas certas. Afinal de contas, se você não gosta de si mesmo, como pode esperar que os outros gostem?
Os que tentam justificar ao baixo desempenho com problemas da vida regressa, precisa se lembrar que ter um passado de insucesso, não significa estar predestinado a passar o resto da vida na escuridão. Afinal de contas, o passado não dá permissão para arruinar o presente e futuro de ninguém.
Entretanto, se você é do tipo que não conhece a derrota e está surfando a “crista da onda“, saiba que não há nenhuma garantia que o futuro será um “mar de rosas.” Logo, tomar as rédeas da vida, buscar novos rumos, agir alinhado com os bons princípios e lapidar as áreas carentes de sua vida, depende muito mais de você do que das circunstâncias que o cerca.
Portanto, independente de qual seja a sua situação, o melhor mesmo é assumir o comando de seus pensamentos e ações, e controlar o seu destino antes que alguém o faça.
Pense nisso e ótima semana!







Evaldo Costa
Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
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Quer inspirar sua equipe? Surpreenda !

terça-feira, 1 de novembro de 2011



Ao pensar em motivar seus funcionários, as primeiras ações que lhe vêm à cabeça são aumento de salário, prêmios, viagens e bonificações? Tudo isso funciona, claro. Mas existem formas menos usuais – e muitas vezes mais eficientes – de incentivar seu time. A revista norte-americana Inc. reuniu sete dicas para fazer os integrantes do grupo realmente vestirem a camisa da empresa e também tornar esse processo algo natural ao modelo de negócios.


1) Implante um programa de mini-CEO
Quando um empregado tem uma ideia inovadora, Brian Halligan, CEO da Hubspot, uma empresa de marketing e software de Boston, com frequência tira aquele integrante de seu dia a dia para torná-lo um mini-CEO, ou seja, chefe de sua própria startup interna. A ideia é que a pessoa possa desenvolver um novo projeto com liberdade. “Parte da criação desse ambiente de inovação é tornar a organização descentralizada e sem hierarquias”, afirma Halligan. “Nós queremos empoderar nossas pessoas-chave.”



2) Incorpore diversão a seu modelo de negócios
“Quando diversão é uma parte do trabalho diário, os empregados enxergam uns aos outros como pessoas de verdade”, afirma Paul Spiegelman, CEO da Beryl Companies. Com essa finalidade, o empreendedor criou o que ele chamou de “Departamento de Pessoas Bacanas e da Diversão”. Instituiu também o “Dia do Pijama” e a data dos “Anos 70”. “Sei que essas ideias não são praticáveis por todas as empresas. Mas a ideia é fazer algo realmente divertido, mesmo que seja uma iniciativa muito simples.”



3) Distribua a empresa a seus empregados
Já pensou em dar seu empreendimento aos funcionários? Se sim, saiba que essa estratégia tem até nome: chama-se Employee Stock Ownership Program (em uma tradução aproximada seria o Programa de Ações Distribuídas a Funcionários). Essa ação pode ser uma das maneiras mais poderosas de motivar a equipe. O fundador da Swabones Worldwide, Foss Miller, adotou a tática no fim de 2010. “Tantas pessoas trabalham aqui há tantos anos. Para os mais antigos, receber essas ações é garantir uma boa aposentadoria. E, para a equipe em geral, o programa faz com que suas carreiras tenham mais sentido.”



4) Faça algo maluco
Eric Ryan, fundador da Method, uma indústria de produtos de limpeza com sede em São Francisco, acredita que adicionar uma pouco de extravagância a sua cultura corporativa inspira os funcionários a se tornarem mais produtivos. No passado, Ryan já se vestiu de esquilo, pôs para tocar a todo volume a música Eye of The Tiger nos elevadores e organizou um flash mob de dança – mobilizações instantâneas combinadas por meio de redes sociais – dentro do escritório. “Essas maluquices lembram a todos que eles trabalham em um lugar realmente especial – e imprevisível.”



5) Escreva cartas escritas a mão
Quando o general da reserva Stanley McChrystal era comandante das forças norte-americanas e da Otan no Afeganistão, ele era o “chefe” de mais de 150 mil pessoas. O militar conta que enviou mais de 2 mil notas de agradecimento a suas tropas a cada ano. “Eu costumava escrever essas cartas pessoalmente”, diz. Suas mensagens eram frequentemente guardadas como troféus pelos soldados ou exibidas com destaque nas paredes dos bunkers.


6) Deixe-os descansar
Embora pareça contraproducente, as sonecas são uma maneira excelente de motivar. Na verdade, várias companhias, das menores aos conglomerados gigantes, têm criado suas salas de sono. São espaços de descompressão nos quais os empregados podem relaxar e dormir, mesmo que seja por alguns minutos. Zephrin Lasker, CEO da Pontiflex, uma loja de acessórios e aparelhos celulares de Nova York com 60 funcionários, converteu uma sala antiga sala de servidores em uma área de cochilos. “Eu sou um grande entusiasta da soneca. Ajuda as pessoas a recarregar e, pessoalmente, me auxilia a pensar de modo mais criativo.”


7) Tenha mentores para todos
Na Allen & Gerritsen, uma agência de branding e marketing de Watertown, até o CEO Andrew Graff tem um mentor. Não se trata de nenhum medalhão: é um jovem de 22 anos, o especialista em tecnologia estratégica Eric Leist. Para a empresa, a prática ajuda a equipe a se conectar com outras áreas de conhecimento e incentiva as pessoas a pensar fora de seus modelos tradicionais.

Escrito por Sérgio Tauhata